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        <title>Home</title>
        <link>https://pedropaulo.net/</link>
        <description>Últimas novidades do Pedro Paulo.net</description>
        <language>pt-BR</language>
        <lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 21:04:49 -0300</lastBuildDate>

                    <item>
                <title>Blog - Zorin OS 18.1 chega com novidades e o retorno da edição Lite</title>
                <link>https://pedropaulo.net/blog/zorin-os-confira-as-novidades-da-nova-versao/</link>
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                <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:41:16 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Zorin OS 18.1 chega para polir a experiência GNOME, atualizar o sistema e — com o retorno da edição Lite — dar nova vida a PCs antigos.]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://pedropaulo.net/site/assets/files/1159/zorin-os.png" alt="Capa" style="max-width:100%;height:auto;max-height:400px" /></p><p>Seis meses após o lançamento original e acumulando mais de 3,3 milhões de downloads, a primeira atualização da versão 18 já está disponível.</p>
<p>Como de praxe em releases desse tipo, o Zorin OS 18.1 continua sendo baseado no Ubuntu 24.04 LTS, mas traz uma camada de refinamentos no desktop, pacotes de software atualizados e um novo kernel.</p>
<p><img src="/site/assets/files/1159/18_1-desktop.jpg" alt="Tela do Zorin" /></p>
<p>Abaixo, detalho o que mudou, como atualizar e por que a volta da edição Lite é o grande destaque desta versão.</p>
<hr />
<h2>Como baixar e atualizar</h2>
<p>Se você já é usuário do Zorin OS 18, a atualização para a 18.1 é direta. Basta abrir o <strong>Atualizador de Software</strong> ou rodar um clássico no terminal:</p>
<pre><code class="language-bash">sudo apt update &amp;&amp; sudo apt full-upgrade</code></pre>
<p>Quem ainda está no Zorin OS 17 não precisa formatar a máquina. Existe uma ferramenta de atualização direta acessível pelo menu Zorin que faz a migração preservando seus arquivos pessoais e configurações.</p>
<p>Para novas instalações, as imagens ISO (para dispositivos de 64-bit Intel/AMD) estão disponíveis no site oficial. A edição Core continua sendo gratuita, enquanto a edição Pro custa em torno de 47,99 dólares (desbloqueando layouts extras de desktop, mais softwares pré-instalados e ajudando a financiar o desenvolvimento da distro). Quem já comprou a versão Pro anteriormente recebeu o link de download da 18.1 no e-mail de compra original.</p>
<hr />
<h3>O grande destaque: o retorno da Edição Lite</h3>
<p>Lançada hoje em conjunto com a versão principal, a <strong>Zorin OS 18.1 Lite</strong> voltou para suprir uma demanda importante: dar nova vida a computadores antigos ou com hardware mais modesto.</p>
<p>Enquanto a edição principal usa o GNOME Shell, a versão Lite utiliza o ambiente <strong>Xfce 4.20</strong>. Apesar de ser leve, ela roda sobre a mesma base técnica da série 18.x principal, o que significa acesso ao kernel Linux 6.17 e a todo o suporte de hardware moderno.</p>
<p>Quem estiver migrando ou atualizando a partir do Zorin OS 17.3 Lite vai notar várias melhorias de UX:</p>
<ul>
<li>Gerenciador de arquivos com visual reformulado.</li>
<li>Suporte nativo a leitores de impressão digital.</li>
<li>Tema visual atualizado, agora com novas opções de cores (amarelo e marrom).</li>
<li>Inclusão da ferramenta Web Apps, que permite transformar sites em aplicativos de desktop.</li>
</ul>
<hr />
<h3>Refinamentos na área de trabalho (GNOME)</h3>
<p>Na edição principal, o foco da versão 18.1 foi lapidar recursos que já existiam. O melhor exemplo disso é o <strong>Advanced Window Tiling</strong> — o sistema de encaixe de janelas, baseado em um fork da extensão Tiling Shell do GNOME.</p>
<p>Nesta atualização, a mecânica de mosaico ficou mais inteligente. As novidades incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Reordenação de layouts:</strong> agora é possível reordenar a posição das janelas dentro dos layouts de mosaico personalizados.</li>
<li><strong>Foco em grupo:</strong> ao alternar entre aplicativos usando o <code>Alt+Tab</code>, todas as janelas encaixadas daquele app vêm para a frente juntas.</li>
<li><strong>Encaixe nas bordas aprimorado:</strong> ao arrastar uma janela para a borda da tela, você pode escolher grudá-la ao layout de mosaico ativo, em vez de ser forçado aos padrões de metade ou um quarto de tela.</li>
</ul>
<p><img src="/site/assets/files/1159/edge-tiling-options.png" alt="Configuração do tilling" /></p>
<p>Vale notar que essas melhorias vieram da extensão upstream, mas o time do Zorin integrou tudo diretamente no aplicativo de Configurações nativo do sistema, com uma interface muito mais limpa e atraente do que a padrão do GNOME.</p>
<p>Além do mosaico, a atualização traz:</p>
<ul>
<li>Um seletor novo em <em>Aparência &gt; Interface</em> para ocultar ícones da bandeja do sistema no painel, ajudando quem prefere uma barra de tarefas mais limpa.</li>
<li>Correção no manuseio de scripts da direita para a esquerda (RTL), garantindo que usuários de idiomas como árabe, hebraico e urdu vejam o painel espelhado corretamente.</li>
</ul>
<hr />
<h3>Software e a ponte para quem vem do Windows</h3>
<p>Na parte de aplicativos, o destaque vai para o <strong>LibreOffice 26.2</strong>, que chega pré-instalado trazendo melhorias de compatibilidade com o Microsoft Office e, finalmente, suporte nativo a arquivos Markdown.</p>
<p>O navegador continua sendo o Brave. Mas o recurso que mais define a proposta do Zorin OS para o usuário comum é o banco de dados de sugestões de aplicativos do Windows. Quando alguém tenta rodar um arquivo <code>.exe</code>, o sistema detecta e sugere um equivalente nativo para Linux.</p>
<p>Na versão 18.1, o time expandiu esse banco de dados em mais de 40%. Ele agora cobre mais de <strong>240 aplicativos Windows</strong>. Usuários avançados de Linux provavelmente nunca vão acionar esse recurso, mas para quem está fazendo a transição do Windows, isso remove uma barreira psicológica gigante.</p>
<hr />
<p>O Zorin OS 18.1 não é uma atualização que vai virar cabeças por recursos inéditos e revolucionários, mas sim um trabalho de ajustes técnicos muito em feito. Ele corrige pequenos defeitos e melhora a usabilidade do dia a dia e, com o retorno da edição Lite, entrega uma alternativa extremamente competente para ressuscitar máquinas antigas.</p>
<p>Seguindo o ciclo de vida do Ubuntu 24.04 LTS no qual é construído, o Zorin OS 18.1 terá suporte com atualizações de software e patches de segurança garantidos até junho de 2029. É a escolha certa para quem quer instalar o sistema, esquecer que ele está lá e apenas trabalhar.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Blog - Por que todo profissional de TI deveria parar de tomar café ruim</title>
                <link>https://pedropaulo.net/blog/por-que-todo-profissional-de-ti-deveria-parar-de-tomar-cafe-ruim/</link>
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                <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:08:08 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Se você trabalha em TI e toma café no automático, esse post é o empurrão que faltava pra fazer um upgrade na forma de apreciar essa bebida.]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://pedropaulo.net/site/assets/files/1158/cafe.png" alt="Capa" style="max-width:100%;height:auto;max-height:400px" /></p><p>Trabalho com TI. Nasci no sul de Minas Gerais — a região que mais produz café no Brasil. E, confesso, por um bom tempo da minha vida tomei café ruim, cheio de açúcar, sem o menor remorso.</p>
<p>Sim. Nasci no berço do café brasileiro e demorei anos para prestar atenção no que estava bebendo. A ironia não me escapa.</p>
<p>A questão é que, pra quem trabalha com tecnologia, o café é quase um item de configuração padrão do ambiente — junto com o editor de código, o navegador, o terminal e o fone de ouvido. Você não pensa sobre o café, você só o consome. Forte, quente, puramente funcional.</p>
<p>Só que tem um problema: café ruim dá azia, cansa o paladar e, honestamente, não faz jus àquele intervalo que você tanto precisa.</p>
<hr />
<h3>O que mudei (e por que valeu a pena)</h3>
<p>Por volta de 2016, com o intuito de diminuir a ingestão de açúcar, comecei a experimentar marcas melhores. No início era café moído; com o tempo, após comprar um moedor, passei a comprar em grãos e moer na hora.</p>
<p>Parece frescura. Não é.</p>
<p>Café em grão moído na hora preserva os óleos essenciais — é exatamente isso que explode em aroma quando você abre o pacote. Quando você compra já moído e deixa aberto na prateleira por semanas, boa parte desse potencial já foi embora junto com o sabor.</p>
<blockquote>
<p><em>Dica:</em> Um moedor manual custa menos que um periférico. </p>
</blockquote>
<p><strong>As vantagens práticas que senti:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Fim da azia</strong> — cafés de qualidade, com uma boa torra média ou clara, são muito mais suaves no estômago.</li>
<li><strong>Adeus açúcar</strong> — quando o café é bom, você não precisa de adoçante para esconder o gosto de queimado.</li>
<li><strong>Foco mais sustentável</strong> — menos pico de energia absurdamente alto, menos queda brusca meia hora depois.</li>
</ul>
<hr />
<h3>Como escolher sem complicar</h3>
<p>Não precisa virar um especialista ou um barista. Regra simples:</p>
<h4>Torra Média</h4>
<p>Equilíbrio perfeito entre corpo e suavidade. É o melhor ponto de entrada para quem está deixando o café "tradicional super queimado" para trás. (Torra clara tem mais acidez e notas frutadas — vale a pena explorar depois que o paladar se ajusta).</p>
<h4>Classificação</h4>
<p>No Brasil, a escala vai de <strong>Tradicional</strong> até <strong>Especial</strong>. Hoje eu fico apenas no <strong>Gourmet</strong> ou <strong>Especial</strong>. A diferença no preço é pequena; a diferença na xícara, absurda.</p>
<h4>Data de Torra</h4>
<p>Sempre verifique no pacote. Café fresco faz diferença: quanto mais recente a torra, menor a chance de uma surpresa desagradável. </p>
<hr />
<h3>Marcas que eu uso</h3>
<h4>Pela internet (ou lojas especializadas):</h4>
<ul>
<li><strong>Orfeu</strong> — torras impecáveis, ótima relação custo-benefício.</li>
<li><strong>Black Tucano</strong> — cafés de origem única, com descrição clara das notas sensoriais.</li>
<li><strong>Fazenda Floresta</strong> — opção sustentável, com grãos muito bem selecionados.</li>
</ul>
<h4>No supermercado (quando o estoque aperta):</h4>
<ul>
<li><strong>Baggio</strong> — especificamente as versões "Expresso".</li>
<li><strong>Unique</strong> — de São Lourenço-MG, uma excelente opção da Serra da Mantiqueira que salva o dia.</li>
</ul>
<hr />
<h3>Resumão</h3>
<blockquote>
<p>☕ <em>Café bom, torra média, classificação gourmet ou especial, moído na hora.</em></p>
</blockquote>
<p>Bebido com moderação, os estudos associam ao café benefícios reais: melhora de concentração, ação antioxidante e auxílio no metabolismo. </p>
<p>O ponto é simples: <strong>se o café já faz parte da sua rotina de qualquer jeito, vale a pena fazer um upgrade no que você está tomando.</strong> É o menor esforço com um dos melhores retornos para a sua saúde  no longo prazo.</p>
<hr />
<h3>Onde comprar</h3>
<p><em>Os links abaixo são de produtos que eu uso ou recomendo. Alguns podem ser links de afiliados — isso não muda em nada a minha opinião sobre eles.</em></p>
<ul>
<li><a href="https://uniquecafes.com.br/">Unique Café</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4t9DINB">Orfeu Moído</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4eu50ts">Orfeu em Grãos</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4tUooVj">Black Tucano Moído</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4vwB7Pm">Black Tucano em Grãos</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/3QGU69S">Fazenda Floresta Moído</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4cwixyj">Fazenda Floresta em Grãos</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/4tiLkNW">Baggio Expresso Moído</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Blog - BleachBit: Como limpar o Linux e liberar espaço em disco de forma segura</title>
                <link>https://pedropaulo.net/blog/bleachbit-como-limpar-o-linux-e-liberar-espaco-em-disco-de-forma-segura/</link>
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                <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:04:19 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Descubra como usar o BleachBit para limpar caches, apagar logs do sistema e liberar espaço em disco no Linux de forma rápida e segura.]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://pedropaulo.net/site/assets/files/1156/bleach.png" alt="Capa" style="max-width:100%;height:auto;max-height:400px" /></p><p>Com o passar do tempo, é natural que o sistema operacional acumule arquivos desnecessários. Seja por causa do cache de navegadores, restos de atualizações de pacotes ou logs de sistema, esse "lixo digital" consome espaço em disco e, em alguns casos, pode até deixar o computador mais lento. </p>
<p>No Linux, a ferramenta gráfica open-source mais utilizada para resolver esse problema de forma eficiente  é o <strong>BleachBit</strong>. Muito mais do que um simples limpador, ele é uma ferramenta de privacidade que apaga rastros de atividades e libera gigabytes de espaço com poucos cliques.</p>
<p><img src="/site/assets/files/1156/bleach-1.png" alt="Tela principal do BleachBit" /></p>
<h3>Principais funcionalidades do BleachBit</h3>
<p>O grande diferencial do BleachBit em relação a outras soluções é o detalhamento. Você escolhe exatamente o que será limpo. Veja as suas principais funções:</p>
<p><strong>1. Limpeza de Navegadores</strong>
Independentemente de você usar Firefox, Chrome ou Chromium, o BleachBit permite limpar o histórico de navegação, cookies, cache de páginas e formulários preenchidos. Isso é essencial tanto para liberar espaço (o cache de navegadores pode ficar gigante) quanto para proteger sua privacidade.</p>
<p><strong>2. Limpeza do Gerenciador de Pacotes</strong>
Essa é, sem dúvida, a funcionalidade mais útil para quem usa Linux. Quando você usa comandos como <code>apt</code> (Debian/Ubuntu) ou <code>dnf</code> (Fedora) para instalar programas, o sistema baixa os arquivos <code>.deb</code> ou <code>.rpm</code> e os guarda em cache. O BleachBit tem uma opção específica para apagar esse cache de pacotes, o que frequentemente libera centenas de megabytes ou até gigabytes de espaço.</p>
<p><strong>3. Remoção de arquivos temporários e logs</strong>
Aplicativos geram arquivos temporários durante sua execução, e o próprio sistema gera arquivos de log (<code>/var/log</code>) para registrar eventos. O BleachBit varre essas pastas e remove o que não é mais necessário, impedindo que os logs cresçam indefinidamente e consumam seu disco.</p>
<p><strong>4. Destruição segura de arquivos (Shred)</strong>
Se você precisa deletar um arquivo sensível e quer garantir que ele não possa ser recuperado por nenhum software de forense, o BleachBit oferece a opção de "limpeza segura". Ele sobrescreve o espaço no disco rígido onde o arquivo estava antes de deletá-lo, tornando a recuperação praticamente impossível.</p>
<p><img src="/site/assets/files/1156/bleach_delete.png" alt="Opção para exclusão segura" /></p>
<h3>A atenção ao modo Root</h3>
<p>Um detalhe técnico importante para iniciantes: o BleachBit pode ser aberto de duas formas. </p>
<p>Se você abrir o programa normalmente (pelo menu de aplicativos), ele limpará apenas os arquivos do seu usuário atual (o que é perfeito para limpar o cache do navegador, por exemplo). No entanto, para limpar os caches do sistema, os logs e os pacotes, você precisa executá-lo como administrador (root). No terminal, isso é feito com o comando <code>sudo bleachbit</code>. Ao fazer isso, tome cuidado para ler as descrições das caixas de seleção antes de clicar em "Limpar", para não apagar algo que o sistema precise.</p>
<h3>Como usar na prática</h3>
<p>Usar o BleachBit é bastante direto. Ao abrir o programa, você verá uma lista no painel esquerdo com categorias (como Navegadores, Sistema, Pacotes). Basta expandir a categoria e marcar as caixas referentes ao que deseja apagar. Na parte inferior da janela, o software mostrará automaticamente quanto espaço em disco será liberado com aquela seleção. Após revisar as caixas, basta clicar no botão "Limpar" no canto superior esquerdo e confirmar a ação. </p>
<h3>Como instalar no Linux</h3>
<p>A instalação é simples e geralmente está nos repositórios oficiais da sua distribuição:</p>
<ul>
<li><strong>Debian/Ubuntu e derivados:</strong> <code>sudo apt install bleachbit</code></li>
<li><strong>Fedora:</strong> <code>sudo dnf install bleachbit</code></li>
<li><strong>Arch Linux:</strong> <code>sudo pacman -S bleachbit</code></li>
<li><strong>Flatpak (Modo Usuário):</strong> flatpak install --user flathub org.bleachbit.BleachBit</li>
</ul>
<p>A opção via Flatpak em modo usuário (--user) é bastante recomendada para essa categoria de aplicativo. Ao instalar assim, o programa fica restrito ao seu diretório pessoal, adicionando uma camada extra de segurança que impede que ele acesse arquivos críticos do sistema operacional por engano. </p>
<h3>Disponibilidade em outros sistemas</h3>
<p>Vale destacar que, embora o foco deste artigo seja o Linux, o BleachBit também possui versões oficiais para <strong>Windows</strong> e <strong>macOS</strong>. A interface e a lógica de uso permanecem as mesmas, sendo uma excelente alternativa livre para os famosos limpadores pagos encontrados no mercado.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Incluir o BleachBit na sua rotina de manutenção, executando-o uma vez por mês, é um hábito saudável para a saúde do seu sistema. Ele garante que o seu disco rígido ou SSD não seja preenchido com dados inúteis e mantém seu ambiente de trabalho limpo, rápido e com mais privacidade.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Dicas rápidas - Como criar um servidor web temporário no Linux</title>
                <link>https://pedropaulo.net/dicas-rapidas/como-criar-um-servidor-web-temporario-no-linux/</link>
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                <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:51:16 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Precisa testar uma página HTML ou arquivo estático rapidamente, sem instalar Apache, Nginx ou configurações pesadas? O Linux já vem com ferramentas nativas que permitem subir um servidor web com um ún...]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p>Precisa testar uma página HTML ou arquivo estático rapidamente, sem instalar Apache, Nginx ou configurações pesadas? O Linux já vem com ferramentas nativas que permitem subir um servidor web com <strong>um único comando</strong> no terminal.</p>
<p>Aqui estão as três formas mais rápidas de fazer isso.</p>
<hr />
<h2>1. Python (A opção mais fácil)</h2>
<p>Praticamente toda distribuição Linux moderna já vem com o Python 3 instalado. Ele possui um módulo nativo que serve arquivos estáticos perfeitamente.</p>
<p>Navegue até a pasta onde está o seu <code>index.html</code> e digite:</p>
<pre><code class="language-bash">python3 -m http.server</code></pre>
<p>Por padrão, ele sobe na porta <code>8000</code>. Para usar outra porta (ex: <code>3000</code>):</p>
<pre><code class="language-bash">python3 -m http.server 3000</code></pre>
<p>Para acessar, abra o navegador em: <code>http://localhost:3000</code></p>
<blockquote>
<p><strong>Nota:</strong> Se você estiver usando Python 2 (muito antigo), o comando é <code>python -m SimpleHTTPServer</code>.</p>
</blockquote>
<hr />
<h2>2. PHP (Se você precisa rodar PHP)</h2>
<p>Se o seu teste envolve arquivos <code>.php</code>, o PHP (a partir da versão 5.4) tem um servidor web embutido excelente.</p>
<pre><code class="language-bash">php -S localhost:8000</code></pre>
<p>Ele vai servir os arquivos da pasta atual. Se tiver um <code>index.php</code>, ele carrega automaticamente.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> Em algumas distros, o PHP não vem instalado por padrão. Se for o caso, instale com <code>sudo apt install php</code> (Debian/Ubuntu) ou <code>sudo dnf install php</code> (Fedora).</p>
<hr />
<h2>Qual escolher?</h2>
<ul>
<li>Quer só testar <strong>HTML, CSS e JS</strong>? Vá de <strong>Python</strong>.</li>
<li>Precisa testar <strong>código PHP</strong>? Vá de <strong>PHP</strong>.</li>
</ul>
<h2>Dica Bônus: crie um atalho (Alias)</h2>
<p>Para não precisar decorar o comando, adicione uma linha no final do seu arquivo <code>~/.bashrc</code> (ou <code>~/.zshrc</code>):</p>
<pre><code class="language-bash">alias serverpython='python3 -m http.server'</code></pre>
<p>Depois de rodar <code>source ~/.bashrc</code>, basta digitar <code>serverpython 8080</code> em qualquer pasta que o servidor levanta na hora.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>Lembre-se: esses servidores são <strong>para testes locais rápidos</strong>. Eles não possuem otimizações de performance ou configurações de segurança para ficar expostos na internet. Feche o servidor (com <code>Ctrl + C</code>) assim que terminar os testes.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Dicas rápidas - Como fazer backup do seu home com rsync</title>
                <link>https://pedropaulo.net/dicas-rapidas/como-fazer-backup-do-seu-home-com-rsync/</link>
                <guid isPermaLink="true">https://pedropaulo.net/dicas-rapidas/como-fazer-backup-do-seu-home-com-rsync/</guid>
                <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 09:46:46 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[O rsync é uma das melhores ferramentas para backup no Linux. Ele preserva permissões, datas, links simbólicos e atributos dos arquivos — e só copia o que mudou desde o último backup, o que economiza t...]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p>O rsync é uma das melhores ferramentas para backup no Linux. Ele preserva permissões, datas, links simbólicos e atributos dos arquivos — e só copia o que mudou desde o último backup, o que economiza tempo e espaço em execuções recorrentes.</p>
<h2>O comando</h2>
<pre><code class="language-bash">rsync -aAXHv --progress /home/pedro/ /mnt/backup/pedro/</code></pre>
<blockquote>
<p><strong>⚠️ Atenção às barras:</strong> No rsync, a barra no final da origem (<code>/home/pedro/</code>) significa "copie o <em>conteúdo</em> desta pasta". Sem a barra (<code>/home/pedro</code>), ele criaria uma pasta <code>pedro</code> dentro do destino. Escolha sempre com consciência.</p>
</blockquote>
<p>Cada opção tem um papel específico:</p>
<ul>
<li><code>-a</code> — modo arquivo: preserva estrutura de diretórios, permissões, datas e links simbólicos</li>
<li><code>-A</code> — preserva ACLs (listas de controle de acesso)</li>
<li><code>-X</code> — preserva atributos estendidos</li>
<li><code>-H</code> — preserva hard links</li>
<li><code>-v</code> — modo verbose: exibe os arquivos sendo transferidos</li>
<li><code>--progress</code> — mostra o progresso de cada arquivo durante a cópia</li>
</ul>
<blockquote>
<p><strong>Dica de Ouro:</strong> Antes de rodar o comando de verdade pela primeira vez, adicione a flag <code>--dry-run</code> no final. Ele fará uma "simulação" e mostrará exatamente o que seria copiado, sem tocar nos arquivos.</p>
</blockquote>
<p><em>(Nota: Evite usar <code>sudo</code> nesse comando. Se o destino pertencer a você, o rsync normal preservará seu usuário como dono dos arquivos. O <code>sudo</code> pode forçar os arquivos de backup a pertencerem ao root).</em></p>
<h2>Por que usar o rsync e não um simples <code>cp</code>?</h2>
<p>O <code>cp</code> copia tudo sempre. O rsync verifica o que mudou e transfere apenas as diferenças. Na primeira execução o tempo é parecido, mas nas seguintes a diferença é enorme. Para backup recorrente, isso faz toda a diferença.</p>
<p>Outro ponto importante: o rsync preserva metadados que o <code>cp</code> costuma ignorar, como permissões especiais e atributos estendidos. Isso é essencial quando a intenção é restaurar o sistema exatamente como estava.</p>
<h2>Dica extra: excluindo pastas desnecessárias</h2>
<p>Algumas pastas dentro do home crescem rápido e geralmente não precisam entrar no backup — como caches de navegador e miniaturas. Para excluí-las:</p>
<pre><code class="language-bash">rsync -aAXHv --progress \
  --exclude='.cache/' \
  --exclude='.local/share/Trash/' \
  /home/pedro/ /mnt/backup/pedro/</code></pre>
<h2>E se eu quiser um espelho perfeito? (O flag <code>--delete</code>)</h2>
<p>Se você deletou um arquivo no seu home e quer que ele também seja deletado no backup (para que fiquem idênticos), adicione o <code>--delete</code>:</p>
<pre><code class="language-bash">rsync -aAXHv --progress --delete /home/pedro/ /mnt/backup/pedro/</code></pre>
<p><em>Use essa opção com cuidado. Se você errar a origem ou o destino, pode apagar dados involuntariamente.</em></p>
<h2>Automatizando com cron</h2>
<p>Para rodar o backup todo dia às 2h da manhã, adicione uma entrada no crontab:</p>
<pre><code class="language-bash">crontab -e</code></pre>
<pre><code>0 2 * * * rsync -aAXH /home/pedro/ /mnt/backup/pedro/ &gt;&gt; /var/log/rsync-backup.log 2&gt;&amp;1</code></pre>
<p><em>(Nota: No cron, removi o <code>--progress</code>, pois ele gera caracteres de barra de progresso que sujam o arquivo de log).</em></p>
<hr />
<p>O rsync é simples, confiável e já vem instalado na maioria das distribuições Linux. Para quem quer manter o home seguro sem complicação, ele é mais do que suficiente.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Ferramentas - Simulador de Renda Fixa CDI: calcule quanto seu dinheiro rende</title>
                <link>https://pedropaulo.net/ferramentas/simulador-de-investimentos-de-renda-fixa-atrelados-ao-cdi/</link>
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                <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:35:00 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Compare investimentos de renda fixa atrelados ao CDI — Tesouro Selic, CDB, LCI/LCA e similares — definindo valor inicial, aporte mensal, período e taxa CDI; a ferramenta calcula rendimento bruto, apli...]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p>Compare investimentos de renda fixa atrelados ao CDI — Tesouro Selic, CDB, LCI/LCA e similares — definindo valor inicial, aporte mensal, período e taxa CDI; a ferramenta calcula rendimento bruto, aplica o IRPF pela faixa correspondente, mostra o valor líquido e exibe a evolução mês a mês em uma tabela copiável. Também há comparador com a poupança e opção de incluir/excluir o IRPF para testar diferentes cenários. Os resultados são estimativas baseadas em dados vigentes na época do desenvolvimento e têm finalidade informativa — confirme taxas atualizadas antes de tomar decisões financeiras.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Blog - Alternativas ao Firefox: navegadores baseados no mesmo motor</title>
                <link>https://pedropaulo.net/blog/conheca-os-navegadores-que-sao-sabor-firefox/</link>
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                <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 10:21:04 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Listamos as principais alternativas de navegadores baseados no Firefox que oferecem mais privacidade e funcionalidades específicas]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://pedropaulo.net/site/assets/files/1140/firefox.png" alt="Capa" style="max-width:100%;height:auto;max-height:400px" /></p><p>O Firefox é um dos poucos navegadores que ainda resiste ao domínio do Chromium — o motor por trás do Chrome, Edge, Brave, Opera, Vivaldi e boa parte do mercado. Mas o que muita gente não sabe é que o Firefox não está sozinho nesse lado da força. Existe toda uma família de navegadores construídos em cima do mesmo motor, o Gecko, cada um com uma proposta diferente.</p>
<p>Alguns focam em privacidade radical. Outros preferem ser mais leves. Tem aquele que você usa para não ser rastreado de jeito nenhum e tem até um que vai te fazer querer jogar fora a barra de abas do topo da tela.</p>
<p>Vamos conhecer cada um teles.</p>
<h2><a href="https://librewolf.net/">LibreWolf</a> — o Firefox do jeito que deveria ser</h2>
<p>Se você quer um Firefox com as configurações de privacidade já ajustadas desde o primeiro uso, o LibreWolf é o que você procura. Ele remove a telemetria da Mozilla, bloqueia rastreadores por padrão e já vem com o uBlock Origin instalado. A ideia é simples: pegar o Firefox, tirar tudo que coleta dados, apertar os parafusos de segurança e entregar pronto para o usuário. Para quem não quer passar horas no about:config ajustando configurações, é uma boa pedida.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> por ser tão restritivo, alguns sites podem se comportar de forma estranha, especialmente os que dependem de muito JavaScript ou rastreadores para funcionar direito. Fora isso, as atualizações chegam um pouco depois do Firefox oficial.</p>
<h2><a href="https://www.waterfox.net/">Waterfox</a> — para quem quer leveza e legado</h2>
<p>O Waterfox surgiu lá em 2011 com uma proposta bem específica: oferecer uma versão de 64 bits do Firefox quando a Mozilla ainda não tinha isso. O tempo passou, o Firefox evoluiu, mas o Waterfox continuou existindo — e hoje tem dois ramos diferentes. O Waterfox G6 é baseado numa versão mais recente do Firefox. Já o Waterfox Classic é para os saudosistas que querem continuar usando as extensões antigas que pararam de funcionar no Firefox moderno, quando a Mozilla mudou a forma como os complementos funcionam.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> a equipe por trás é bem pequena e as atualizações não são tão frequentes quanto deveriam. Para uso no dia a dia onde segurança é prioridade, pode gerar um pouquinho de preocupação.</p>
<h2><a href="https://www.torproject.org/">Tor Browser</a> — privacidade levada a sério</h2>
<p>O Tor Browser não é bem uma alternativa casual ao Firefox. Ele é uma ferramenta específica para quem quer anonimato de verdade na internet. Funciona roteando o tráfego por uma rede de servidores espalhados pelo mundo (a rede Tor), o que torna muito difícil rastrear quem está acessando o quê. Ele já vem configurado para não deixar rastros: não salva histórico, não aceita cookies persistentes, bloqueia JavaScript por padrão nas configurações mais altas de segurança.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> é lento. Esse é o preço do anonimato. Por causa de como o tráfego é redirecionado, a navegação é consideravelmente mais pesada do que o normal. Não é navegador para uso geral, mas cumpre muito bem o que se propõe a fazer.</p>
<h2><a href="https://mullvad.net/browser">Mullvad Browser</a> — privacidade sem a lentidão do Tor</h2>
<p>O Mullvad Browser surgiu de uma parceria entre o Projeto Tor e a Mullvad, empresa sueca conhecida pelo serviço de VPN. A ideia foi pegar o trabalho de endurecimento de privacidade do Tor Browser e tirar a parte da rede Tor — deixando um navegador com configurações robustas de privacidade, mas com velocidade normal. A proposta é ser usado junto com uma VPN (de preferência a da própria Mullvad, mas funciona com qualquer uma). Você fica com uma navegação rápida e ao mesmo tempo bem protegida contra rastreamento.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> como vem bem travado por padrão, pode dar trabalho em alguns sites. E, diferente do LibreWolf, não tem uma grande comunidade por trás.</p>
<h2><a href="https://www.palemoon.org/">Pale Moon</a> — o conservador da turma</h2>
<p>O Pale Moon é um caso à parte. Ele é tecnicamente baseado no Firefox, mas há tanto tempo que hoje já é considerado um fork independente — com o seu próprio motor, o Goanna, uma bifurcação do Gecko.A proposta é manter uma interface mais clássica, aquele estilo de navegador que o Firefox tinha antes de virar mais "moderno". Muita gente usa por nostalgia ou porque prefere a interface antiga mesmo. Quando alguém me pede para formatar um PC/notebook bem antigo, geralmente instalo esse navegador.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> por ter se separado tanto do Firefox, ele não é compatível com as extensões modernas (as WebExtensions). Tem o próprio repositório de complementos, mas é bem mais limitado. Além disso, o suporte a alguns padrões web modernos pode ser inconsistente, o que causa problemas em sites mais novos.</p>
<h2><a href="https://floorp.app/">Floorp</a> — o japonês cheio de recursos</h2>
<p>O Floorp é um fork do Firefox desenvolvido por um estudante universitário japonês. O que chama atenção é a quantidade de opções de personalização que ele oferece — layouts diferentes, barra de abas que pode ser movida para diferentes posições, painel lateral com funcionalidades extras.É um navegador para quem gosta de ajustar tudo. Você pode deixá-lo parecendo com Chrome, com Edge, com Firefox clássico — tem bastante liberdade visual.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> por ter uma equipe bem pequena e estar em desenvolvimento ativo, pode apresentar alguns bugs aqui e ali. Nada que impeça o uso, mas vale ter em mente.</p>
<h2><a href="https://zen-browser.app/">Zen Browser</a> — o mais bonito da turma</h2>
<p>O Zen Browser é um dos forks mais comentados atualmente — e com razão. A proposta dele é modernizar completamente a experiência de uso do Firefox. A primeira coisa que você nota é que as abas ficam na barra lateral vertical, não no topo. Em telas widescreen, que são a maioria hoje em dia, isso faz muito mais sentido: você usa o espaço horizontal para as abas e ganha mais espaço vertical para o conteúdo da página. Mas vai além das abas. O Zen tem divisão de tela bem antes de sua estreia no Firefox (você pode ver até quatro abas ao mesmo tempo), workspaces isolados para separar contextos (trabalho, pessoal, projetos), e uma função chamada Zen Glance que permite pré-visualizar uma aba sem sair da que você está.</p>
<p>A interface é bem cuidada, tem suporte a temas e modificações visuais, e ainda assim é baseado no Firefox — então as extensões todas funcionam normalmente.</p>
<p><strong>Ponto fraco:</strong> ainda está em beta, então pode ter instabilidade ocasional. E as abas verticais são praticamente obrigatórias — quem prefere o modelo tradicional horizontal pode não se adaptar.</p>
<hr />
<h3>Qual escolher?</h3>
<p>Depende muito do que você procura:</p>
<ul>
<li><strong>Quer privacidade sem complicação?</strong> → <a href="https://librewolf.net/">LibreWolf</a></li>
<li><strong>Precisa de anonimato real?</strong> → <a href="https://www.torproject.org/">Tor Browser</a></li>
<li><strong>Quer privacidade + velocidade?</strong> → <a href="https://mullvad.net/browser">Mullvad Browser</a></li>
<li><strong>Prefere o estilo antigo do Firefox?</strong> → <a href="https://www.palemoon.org/">Pale Moon</a> ou <a href="https://www.waterfox.net/">Waterfox Classic</a></li>
<li><strong>Gosta de personalizar tudo?</strong> → <a href="https://floorp.app/">Floorp</a></li>
<li><strong>Quer um navegador bonito e moderno?</strong> → <a href="https://zen-browser.app/">Zen Browser</a></li>
</ul>
<p>O legal é que todos eles têm em comum o fato de não serem baseados no Chromium. Em um mercado onde o Google está por trás do controle de boa parte dos navegadores, manter alternativas vivas é importante — tanto para a diversidade da web quanto para a sua privacidade.</p>
<p>Vale experimentar. A maioria funciona no Linux sem nenhum problema, e vários estão disponíveis como Flatpak no Flathub.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Dicas rápidas - Como abrir o Synaptic e Gparted no COSMIC (quando o atalho não funciona)</title>
                <link>https://pedropaulo.net/dicas-rapidas/como-abrir-o-synaptic-e-gparted-no-cosmic-quando-o-atalho-nao-funciona/</link>
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                <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 09:27:30 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Em algumas versões do COSMIC (como no Pop!_OS com o novo ambiente) o Synaptic ou Gparted simplesmente não abre ao clicar no ícone ou depois de digitar a senha no diálogo gráfico. github Isso acontece ...]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p>Em algumas versões do COSMIC (como no Pop!_OS com o novo ambiente) o Synaptic ou Gparted simplesmente não abre ao clicar no ícone ou depois de digitar a senha no diálogo gráfico. <a href="https://github.com/pop-os/cosmic-comp/issues/731">github</a>
Isso acontece por causa de mudanças no sistema gráfico (Wayland/novo compositor) e na forma como aplicativos em modo gráfico sobem com privilégios de administrador. <a href="https://forums.bunsenlabs.org/viewtopic.php?id=9115">forums.bunsenlabs</a></p>
<h3>Solução rápida</h3>
<ol>
<li>
<p>Abra o terminal.  </p>
</li>
<li>
<p>Execute o comando:</p>
<pre><code class="language-bash">sudo -E synaptic</code></pre>
</li>
<li>
<p>Digite sua senha quando solicitado.  </p>
</li>
</ol>
<p>O Synaptic deve abrir normalmente após isso. </p>
<h3>Por que usar <code>-E</code>?</h3>
<p>Quando você usa <code>sudo</code>, por padrão ele “limpa” boa parte das variáveis de ambiente da sua sessão de usuário (como <code>DISPLAY</code>, <code>WAYLAND_DISPLAY</code>, <code>XAUTHORITY</code>, <code>DBUS_SESSION_BUS_ADDRESS</code> e outras). Sem essas variáveis, o processo em modo gráfico rodando como root não consegue falar com o servidor gráfico atual, o que resulta em mensagens como “cannot open display” ou simplesmente em nada acontecer ao tentar abrir o Synaptic. </p>
<p>A opção <code>-E</code> faz o <code>sudo</code> preservar o ambiente atual, incluindo essas variáveis ligadas à sessão gráfica. Na prática, isso permite que o Synaptic rode como root, mas ainda consiga usar a mesma sessão gráfica que você já está usando no COSMIC, evitando o erro de autenticação/protocolo que hoje afeta Synaptic e GParted em alguns cenários. </p>
<p>Se no futuro o COSMIC corrigir esse comportamento (por exemplo, ajustando o <code>synaptic-pkexec</code> ou as regras de polkit), essa gambiarra com <code>sudo -E synaptic</code> provavelmente deixará de ser necessária.</p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Blog - França começa plano oficial para trocar Windows por Linux no governo</title>
                <link>https://pedropaulo.net/blog/franca-comeca-plano-oficial-para-trocar-windows-por-linux-no-governo/</link>
                <guid isPermaLink="true">https://pedropaulo.net/blog/franca-comeca-plano-oficial-para-trocar-windows-por-linux-no-governo/</guid>
                <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:44:37 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[A França lança plano oficial para substituir Windows por Linux nos desktops governamentais, promovendo soberania digital e menos dependência de fornecedores estrangeiros]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://pedropaulo.net/site/assets/files/1138/linux-franca-1.png" alt="Capa" style="max-width:100%;height:auto;max-height:400px" /></p><p>A França decidiu mexer em um dos pilares da sua infraestrutura pública de T.I.: os desktops Windows usados em ministérios e órgãos estatais vão, aos poucos, dar lugar a máquinas com Linux. Não é experimento de laboratório nem vazamento de corredor — é uma diretriz oficial ligada à estratégia de soberania digital do país.</p>
<h2>O que exatamente a França anunciou</h2>
<p>Quem puxa esse movimento é a DINUM, a Diretoria Interministerial do Digital, que coordena a estratégia de tecnologia de todos os ministérios franceses. Em um comunicado oficial, o órgão deixou claro que as estações de trabalho do governo devem migrar de Windows para Linux como parte de um plano maior para reduzir a dependência de tecnologias não europeias.</p>
<p>Esse mesmo texto determina que <strong>cada ministério</strong>, incluindo operadores públicos, apresente até o outono de 2026 um plano detalhado cobrindo:</p>
<ul>
<li>Sistemas de desktop  </li>
<li>Ferramentas de colaboração  </li>
<li>Antivírus  </li>
<li>Soluções de IA  </li>
<li>Bancos de dados  </li>
<li>Virtualização  </li>
<li>Equipamentos de rede  </li>
</ul>
<p>Ou seja: não é só trocar o sistema operacional e seguir a vida. A ideia é revisar toda a pilha de software e infraestrutura usada no dia a dia do governo.</p>
<h2>Muito além de “apenas” uma migração de sistema</h2>
<p>O próprio governo francês trata essa decisão como parte de uma <strong>política de soberania e interoperabilidade</strong>, não como um projeto isolado de TI. A adoção de Linux no desktop entra como peça de uma estratégia mais ampla para:</p>
<ul>
<li>Diminuir dependência de fornecedores estrangeiros (principalmente dos Estados Unidos)  </li>
<li>Ganhar mais controle sobre dados sensíveis e infraestrutura crítica  </li>
<li>Apostar em padrões abertos e software que possa ser auditado e adaptado às necessidades locais  </li>
</ul>
<p>O fato de o anúncio vir diretamente da DINUM, responsável pela linha mestra da digitalização do Estado, dá ao plano um peso bem diferente daqueles casos de uma secretaria ou prefeitura testando Linux em um setor específico. Aqui, o recado é nacional: <strong>Linux passa a ser o caminho oficial para o desktop do governo francês.</strong></p>
<h2>Não é rumor, nem plano secreto</h2>
<p>A matéria original destaca um ponto importante: isso não é boato, proposta de consultoria ou “plano interno vazado”. Trata-se de uma <strong>declaração formal de um dos maiores governos da Europa</strong>, deixando explícito que Linux será o substituto do Windows nas estações de trabalho, dentro de uma estratégia dos ministérios.</p>
<p>Ainda assim, o tamanho real dessa transição vai depender dos planos que cada ministério entregar ao longo de 2026. É ali que vão aparecer os cronogramas, prioridades e possíveis exceções para softwares muito específicos que ainda não tenham alternativa viável fora do Windows.</p>
<h2>Qual distribuição de Linux? Ainda não sabemos</h2>
<p>Um detalhe que todo mundo quer saber — mas que ainda não foi definido — é <strong>qual (ou quais) distribuição(ões) de Linux</strong> serão usadas. Isso deve ser decidido mais adiante, conforme os ministérios avançarem nos seus planos e mapearem:</p>
<ul>
<li>Softwares críticos que precisam funcionar no novo ambiente  </li>
<li>Ferramentas internas que terão de ser adaptadas ou reescritas  </li>
<li>Estrutura de suporte e treinamento para os servidores públicos  </li>
</ul>
<p>Por enquanto, o que está na mesa é a decisão política e estratégica: <strong>sair do Windows e colocar Linux no centro do desktop governamental.</strong></p>
<h2>Por que isso importa para quem acompanha Linux e open-source</h2>
<p>Aqui no blog eu já falei sobre migração do Windows 10 para Linux como alternativa real para empresas e usuários que não querem (ou não podem) seguir para o Windows 11, seja por custo de hardware ou de licenciamento. Ver um governo do tamanho da França oficializando Linux no desktop mostra que esse movimento não é só de entusiastas ou de labs isolados: começa a virar decisão de Estado.</p>
<p>Se a transição francesa der certo, o efeito colateral positivo deve aparecer em:</p>
<ul>
<li>Mais investimento em ferramentas open-source prontas para uso corporativo  </li>
<li>Melhor suporte de fornecedores a ambientes Linux em órgãos públicos  </li>
<li>Menos dependência de sistemas proprietários, principalmente em ferramentas de escritório, colaboração e segurança.</li>
</ul>
<p>Para quem trabalha com Linux no dia a dia, isso é um ótimo sinal: mostra que dá, sim, para planejar e executar migrações em larga escala — desde que o assunto seja tratado como estratégia de longo prazo, não como experimento passageiro.</p>
<hr />
<p><strong>Texto adaptado da fonte original:</strong> <a href="https://linuxiac.com/france-launches-government-linux-desktop-plan-as-windows-exit-begins/">France Launches Government Linux Desktop Plan as Windows Exit Begins – Linuxiac</a></p>]]></content:encoded>
            </item>
                    <item>
                <title>Ferramentas - Cronômetro - Tela Cheia</title>
                <link>https://pedropaulo.net/ferramentas/cronometro-em-tela-cheia/</link>
                <guid isPermaLink="true">https://pedropaulo.net/ferramentas/cronometro-em-tela-cheia/</guid>
                <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:00:39 -0300</pubDate>
                <description><![CDATA[Cronômetro com dois modos: Countdown para contar o tempo restante e Stopwatch para medir o tempo transcorrido. Use presets rápidos ou defina seu próprio tempo. Ative avisos sonoros para não perder o m...]]></description>
                <content:encoded><![CDATA[<p>Cronômetro com dois modos: <strong>Countdown</strong> para contar o tempo restante e <strong>Stopwatch</strong> para medir o tempo transcorrido. Use <strong>presets</strong> rápidos ou defina seu próprio tempo. Ative <strong>avisos sonoros</strong> para não perder o momento exato. Em tela cheia, o timer fica centralizado e sem distrações e propagandas.</p>]]></content:encoded>
            </item>
            </channel>
</rss>